The Portuguese

PT

“A melhor forma de viajar é sentir. Sentir tudo de todas as maneiras.”

Álvaro de Campos, heterónimo de Fernando Pessoa

 

Sinopse

Avisamos desde já que esta peça, toda ela em inglês, não é uma espécie de aula cantada, dançada e encenada sobre a História oficial de Portugal, nem os atores meros guias turísticos que se limitam a narrar feitos, mal ou bem passados.

Este espetáculo é assumidamente uma comédia musical nonsense carregada de mistério, aventura, romance, drama e tragédia, que pretende servir de bilhete de identidade nacional e dar a conhecer a verdadeira essência do nosso povo, aquilo a que chamamos: Portugalidade.

E toda esta viagem pelo nosso império genético começa quando um casal de turistas embarca numa aventura com mais de 900 anos e juntamente com personagens icónicas do nosso país, travam também eles batalhas geográficas, políticas, religiosas, culturais e linguísticas.

No fundo, no fundo, aprendem a “desencascar-se”, um verbo tão forte que só existe em três “sítios” no mundo: no nosso dicionário, no ADN dos portugueses e na série MacGyver, pois é o único que, de forma rápida e com poucos recursos, consegue o impossível.

E por impossível entenda-se: declarar a independência de Portugal numa carruagem de metro; descobrir o mundo numa banheira corajosa; a Padeira de Aljubarrota cozinhar um bife reconciliador para Napoleão Bonaparte e o Duque de Wellington ou simplesmente o ditador Salazar disputar uma partida de póquer com James Bond no Casino Estoril.

Fartos de serem emblemáticas estátuas de pedra do Chiado, Camões dos mil folhos e Fernando Pessoa dos mil heterónimos servem de cicerones na maioria das cenas desta odisseia e também aproveitam para medirem talentos e acertarem contas de egos.

Só que a realidade é mais cruel do que a ficção e ambos chegam à conclusão de que os seus best-sellers, “Os Lusíadas” e “O livro do Desassossego”, respetivamente, jamais vão conseguir rivalizar com a obra que todas as cozinhas portuguesas não dispensam: “Mil e duas maneiras de cozinhar bacalhau”.

Autoria Filipe Homem Fonseca e Rui Cardoso Martins 

Direção artística Ana Brito e Cunha Encenação Sónia Aragão Figurinos Dino Alves Conteúdos vídeo Hélder Mendes Adereços Rui Filipe Lopes Coreografia Colin Desenho de Luz Daniela Sanchez Direção musical Artur Guimarães com António Andrade Santos, André Galvão, Ciro Lee, José Ganchinho e Tom Neiva na Orquestra

Com  Catarina Mago, Chris Santos, Daniela Onis, Diogo Leite, Joana França, João Vaz, Marco Costa, Paulo Duarte Ribeiro, Miguel Raposo, Teresa Macedo, Bruno Gonçalves, Sofia Ramos

Direção e produção The Portuguese People,  Produtora Plano 6

 

PT

“A melhor forma de viajar é sentir. Sentir tudo de todas as maneiras.”

Álvaro de Campos, heterónimo de Fernando Pessoa

 

Sinopse

Avisamos desde já que esta peça, toda ela em inglês, não é uma espécie de aula cantada, dançada e encenada sobre a História oficial de Portugal, nem os atores meros guias turísticos que se limitam a narrar feitos, mal ou bem passados.

Este espetáculo é assumidamente uma comédia musical nonsense carregada de mistério, aventura, romance, drama e tragédia, que pretende servir de bilhete de identidade nacional e dar a conhecer a verdadeira essência do nosso povo, aquilo a que chamamos: Portugalidade.

E toda esta viagem pelo nosso império genético começa quando um casal de turistas embarca numa aventura com mais de 900 anos e juntamente com personagens icónicas do nosso país, travam também eles batalhas geográficas, políticas, religiosas, culturais e linguísticas.

No fundo, no fundo, aprendem a “desencascar-se”, um verbo tão forte que só existe em três “sítios” no mundo: no nosso dicionário, no ADN dos portugueses e na série MacGyver, pois é o único que, de forma rápida e com poucos recursos, consegue o impossível.

E por impossível entenda-se: declarar a independência de Portugal numa carruagem de metro; descobrir o mundo numa banheira corajosa; a Padeira de Aljubarrota cozinhar um bife reconciliador para Napoleão Bonaparte e o Duque de Wellington ou simplesmente o ditador Salazar disputar uma partida de póquer com James Bond no Casino Estoril.

Fartos de serem emblemáticas estátuas de pedra do Chiado, Camões dos mil folhos e Fernando Pessoa dos mil heterónimos servem de cicerones na maioria das cenas desta odisseia e também aproveitam para medirem talentos e acertarem contas de egos.

Só que a realidade é mais cruel do que a ficção e ambos chegam à conclusão de que os seus best-sellers, “Os Lusíadas” e “O livro do Desassossego”, respetivamente, jamais vão conseguir rivalizar com a obra que todas as cozinhas portuguesas não dispensam: “Mil e duas maneiras de cozinhar bacalhau”.

Autoria Filipe Homem Fonseca e Rui Cardoso Martins 

Direção artística Ana Brito e Cunha Encenação Sónia Aragão Figurinos Dino Alves Conteúdos vídeo Hélder Mendes Adereços Rui Filipe Lopes Coreografia Colin Desenho de Luz Daniela Sanchez Direção musical Artur Guimarães com António Andrade Santos, André Galvão, Ciro Lee, José Ganchinho e Tom Neiva na Orquestra

Com  Catarina Mago, Chris Santos, Daniela Onis, Diogo Leite, Joana França, João Vaz, Marco Costa, Paulo Duarte Ribeiro, Miguel Raposo, Teresa Macedo, Bruno Gonçalves, Sofia Ramos

Direção e produção The Portuguese People,  Produtora Plano 6